DOC.Coimbra apresenta nova ID visual para 2027

O DOC.Coimbra – Festival Internacional de Documentários apresenta a sua nova identidade visual para a edição de 2027. Para este projeto, convidámos a artista Mary Whalley a criar uma obra de arte que refletisse os valores do nosso festival. Mary Whalley utilizou o processo fotográfico da cianotipia, do século XIX, em conjunto com a pintura em aguarela, para capturar flores prensadas, resultando num universo gráfico único que tem origem nas suas explorações e estudos sobre as migrações, refletidos na utilização de plantas consideradas "invasoras" em Portugal, como a Ipomea indica.
Mary Whalley é uma artista visual da Nova Zelândia que vive atualmente em Coimbra, especializada em técnicas tradicionais de gravura, como a cianotipia. O seu trabalho recorre frequentemente à linguagem das plantas para explorar temas como a imigração e a resiliência, temas que se alinham fortemente com os valores que o DOC.Coimbra defende.









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